quinta-feira, 27 de dezembro de 2018
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
terça-feira, 25 de dezembro de 2018
Macacos saguis percebem som de repouso numa melodia
Experimento detectou nos animais traços de sensibilidade à música semelhantes aos já observados em bebês humanos
Todos os primatas produzem uma grande variedade de vocalizações de chamada. No entanto, apenas os humanos possuem linguagem e música. Essas habilidades exigem a chamada “sensibilidade à dependência”. Os humanos esperam que uma sentença contenha um agente e um verbo correspondente; ou que uma melodia contenha notas que se relacionam umas com as outras. Essa “sensibilidade à dependência” é especial dos seres humanos ou também está presente em outros primatas? Para responder a essa pergunta, Stephan Reber, Vedrana Šlipogor e seus colegas do Departamento de Biologia Cognitiva da Universidade de Viena analisaram os macacos saguis comuns. Esta espécie pertence aos primatas do Novo Mundo, que se separaram dos primatas do Velho Mundo (incluindo humanos) há mais de 30 milhões de anos.
Os pesquisadores expuseram os saguis a sequências de sons que começaram e terminaram com um som grave, ou baixo, e possuem números variados de tons altos e médios. Os tons baixos criam os elementos dependentes e, como na linguagem ou na música, eles podem estar distantes um do outro. Depois que os macacos ouviram centenas dessas sequências, eles foram atraídos um a um para um local de teste e ouviram dois tipos de novas reproduções: sequências que seguiam o mesmo padrão de antes (algumas com diferentes números de tons altos entre os dois baixos) e sequências em que faltava o primeiro ou o último som baixo. Nestas últimas seqüências, portanto, faltava o elemento de dependência.
Os pesquisadores verificaram se os saguis encaravam mais o alto-falante durante as sequências com dependências ou nas sequencias sem elas. Eles usaram um software especializado criado pelo co-autor da pesquisa, Jinook Oh, que conseguia rastrear automaticamente os movimentos da cabeça dos saguis. Este procedimento permitiu uma precisão sem precedentes da codificação comportamental. “A diferença entre seqüências com e sem dependências provavelmente possui pouca relevância para nossos saguis. É por isso que projetamos uma configuração que conseguia detectar até mesmo os menores movimentos de cabeça”, explica Reber.
Os saguis realmente distinguiram as gravações. Eles se voltaram mais vezes para o alto-falante ao ouvir sequências com dependências. “Isso foi surpreendente, uma vez que os primatas costumam observar mais os estímulos inconsistentes durante esses experimentos. No entanto, a preferência por sequências familiares é frequentemente observada em estudos com bebês humanos”, disse Šlipogor. A presença da sensibilidade da dependência em saguis sugere que esse importante aspecto da linguagem já estava presente no ancestral comum entre os macacos do Velho e do Novo Mundo, dos saguis e dos humanos.
Universidade de Viena
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
{POESIA NO NOME, E NA VEIA}
Há megálitos antediluvianos
em em Ollantaytampo,
perto do Lago Titicaca,
na Bolívia, país fronteiriço…
em em Ollantaytampo,
perto do Lago Titicaca,
na Bolívia, país fronteiriço…
há muita corrupção no Brasil…
onde encontrar um
líder político ético?
no PT, no PSDB?…
há um visível descalabro…
onde encontrar um
líder político ético?
no PT, no PSDB?…
há um visível descalabro…
o que havia no Brasil há mil
anos atrás? e o que há hoje?…
tornamo-nos de caçadores em caça,
os índios… eu sou índio também…
Menorah, é o nome do candelabro…
anos atrás? e o que há hoje?…
tornamo-nos de caçadores em caça,
os índios… eu sou índio também…
Menorah, é o nome do candelabro…
e, Elisa Salles Flor,
é um nome que contém
seis sílabas poéticas,
um verso hexassílabo…
sem dúvida um nome poético…
é um nome que contém
seis sílabas poéticas,
um verso hexassílabo…
sem dúvida um nome poético…
14/12/2018XIV/XII/MMXVIII
JUDDÁ SAMUEL
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
O outro
Enquanto a indignação for uma reação imediata humana, saberemos que dentro de nós ainda tem esperança que algo mude… As mazelas sociais, a dor do outro, o escárnio tão cortante do meio político, a crueldade com os animais, a perseguição sem motivo algum apenas pelas diferenças não aceitas… Se isso tudo tem nos tocado, como sei que toca profundamente, somos ainda humanos, graças a Deus. Pois a partir do momento que aceitarmos essas crueldades contemporâneas sem manifestarmos seja lá de qual forma for, estaremos coniventes na nossa passividade eloquente… Deixemos as nossas conveniências de lado e reavaliemos a nossa paralisia existencial, pois ela está de uma forma tão comum, que nos fechamos em nossa zona de conforto achando que tudo está resolvido, porém quando alguém tocar em alguém que você gosta, do seu sangue, do seu convívio, saberemos as duras penas que tudo que é divulgado nas mídias e que achamos que não acontece conosco, chega de uma forma violenta em nossos dias banais… Fiquemos atentos, deixe o alerta ligado, não levante bandeiras desnecessárias, porém seja firme em sua avaliação, pois é a partir dessa atitude que as coisas começam a mudar, e acima de tudo que nós continuemos a nos colocar no lugar do outro, pois esse outro em breve pode ser você… Continuemos humanos é assim que tem de ser.
Por Alberto Pires
Assinar:
Postagens (Atom)

